Pára tudo
Os Dead Billies fizeram show em São Paulo. Putaquepariu.
Mudando de pau pra cacete:
"Veja bem assim em termos de filosofia axezeira temos que contextualizar o que acontecia nos primórdios. Partindo do pressuposto que o telurismo baiano nos fornece o substrato bem como o seu correlato ou muito pelo contrário nos fornece o túnel no fim do túnel da prosopopéia astral legal total e considerando nessa perspectiva o cocar do Cacique Jones devidamente resgatado pela paróquia da Lapinha na figura do ilustre pároco RalaoPinto nessa que foi uma revelação nagô de profundo respeito ao sincretismo ajaiô temos que levar em conta que a guitarra verde de Ricardo Chaves tem uma relação biunívoca com o fundo da garrafa da qual a boquinha apontava para o olho da dançarina de lentes. Verdes também, se bem entendido. Nessa perspectiva da boquinha toda a baianidade se reveste de magia dente de marfim pele de cetim. Ou não."
Dr. Tomás do Sul (PhD)
Quem quiser se divertir com as discussões sem noção no blog do Rockloco e se deparar com pérolas da filosofia baiana como essa, deleite-se:
http://rockloco.blogspot.com/2006/01/e-quando-eu-pr-o-p-na-estrada-da-no.html#comments.
Só tome cuidado para não ter um ataque de riso no trabalho como aconteceu comigo, que não conseguia parar de rir nem pra explicar do que se tratava para as pessoas que me olhavam com cara de "que porra tá acontecendo com ela?"
Mudando de pau pra cacete:
"Veja bem assim em termos de filosofia axezeira temos que contextualizar o que acontecia nos primórdios. Partindo do pressuposto que o telurismo baiano nos fornece o substrato bem como o seu correlato ou muito pelo contrário nos fornece o túnel no fim do túnel da prosopopéia astral legal total e considerando nessa perspectiva o cocar do Cacique Jones devidamente resgatado pela paróquia da Lapinha na figura do ilustre pároco RalaoPinto nessa que foi uma revelação nagô de profundo respeito ao sincretismo ajaiô temos que levar em conta que a guitarra verde de Ricardo Chaves tem uma relação biunívoca com o fundo da garrafa da qual a boquinha apontava para o olho da dançarina de lentes. Verdes também, se bem entendido. Nessa perspectiva da boquinha toda a baianidade se reveste de magia dente de marfim pele de cetim. Ou não."
Dr. Tomás do Sul (PhD)
Quem quiser se divertir com as discussões sem noção no blog do Rockloco e se deparar com pérolas da filosofia baiana como essa, deleite-se:
http://rockloco.blogspot.com/2006/01/e-quando-eu-pr-o-p-na-estrada-da-no.html#comments.
Só tome cuidado para não ter um ataque de riso no trabalho como aconteceu comigo, que não conseguia parar de rir nem pra explicar do que se tratava para as pessoas que me olhavam com cara de "que porra tá acontecendo com ela?"

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