Capítulo 2 – We Are All Made of Stars

De Copacabana direto para o outro lado da cidade, entramos no show de Moby no Riocentro e não se passaram 2 minutos até que ele começasse a tocar Porcelain. Putaquepariu, pensamos e falamos na mesma hora. Minha música preferida de Moby, do irretocável disco Play. Eu até já sabia que ele ia tocar com banda, mas nem passava pela minha cabeça que seria tão roquenrrol, muito menos que Moby tocava tão bem guitarra e percussão (isso mesmo, ele toca percussão).
Porcelain, We Are All Made of Stars, Bodyrock, Why Does My Heart Feel So Bad?, In This World, músicas do disco novo que eu nem conheço. Foda demais. Aliás, assistir shows de bandas das quais se gosta muito sempre é foda. Teve de tudo, até covers inusitados de Creep, do Radiohead, que ganhou uma versão classificada com muita boa vontade por Moby como sendo “Bossa Nova”, Hole Lotta Love, do Led Zeppelin, Break on Through, dos Doors. Destaque para a excelente vocalista que se esgoela o show inteiro e canta demais, e cujo nome não lembro mais. Produção impecável, som dos melhores, festa tranqüila (também, com ingressos por 100 ou 180 reais...), show de luzes no palco de todas as cores possíveis e da geração de imagens para o telão. Tomara que o show tenha sido gravado, e que seja exibido algum dia em um canal desses, tipo Multishow. Vai rolar um especial de Moby no Multishow, mas não sei se já é o registro de algum dos quatro shows do Brasil, muito menos que dia vai ao ar.
Superou todas as expectativas.
* Acabei de ver uma entrevista dele no Jornal da Globo. Boa até, bem editada, bonitinha, mas podia ter mais música.
* A foto é do Riofesta (www.riofesta.com.br)
Não tem epílogo. Enchi o saco de escrever e amanhã vou viajar cedão.

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